SOBRE OS AUTORES
Cristóvão Pereira & Maria da Glória Fraga

Cristóvão Pereira
Advogado desde 1973, desenvolveu uma longa carreira dedicada ao Direito, à docência universitária e à reflexão jurídica.
É Mestre em Ciências Jurídico-Económicas, na área do Direito Fiscal, pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde concluiu igualmente o Curso de Formação Avançada de Doutoramento. É Especialista em Direito Fiscal pela Ordem dos Advogados.
Foi docente universitário nas áreas do Direito Fiscal Internacional e do Direito das Sociedades no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), contribuindo para a formação de muitos juristas e economistas.
É fundador da Sociedade de Advogados C&F – Cristóvão, Fraga & Associados, RL, onde continua a exercer advocacia.
Ao longo de mais de cinco décadas de atividade profissional conciliou a prática jurídica com a investigação, a docência e uma permanente reflexão sobre a justiça, a ética e o papel das instituições numa sociedade democrática.

Maria da Glória Fraga
Advogada desde 1975, exerceu a sua atividade profissional nas áreas do Direito Civil e do Direito das Sociedades, adquirindo particular reconhecimento e experiência no Direito da Família e das Sucessões.
É cofundadora da Sociedade de Advogados C&F – Cristóvão, Fraga & Associados, RL, onde desenvolveu uma carreira marcada pela proximidade às pessoas, pelo rigor técnico e por uma profunda sensibilidade humana.
A sua experiência profissional, aliada a uma visão humanista do Direito, constitui um dos pilares fundamentais da reflexão desenvolvida nesta obra.
Um percurso comum
Cristóvão Pereira e Maria da Glória Fraga são casados desde 1968.
Partilham há mais de cinco décadas um percurso de vida, de família e de exercício da advocacia.
São pais de dois filhos e avós de cinco netos.
Ao longo da sua vida profissional, acompanharam de perto a evolução do mundo , da sociedade portuguesa e das suas instituições, experiência que se reflete na forma como abordam os grandes desafios da justiça, da democracia e da dignidade humana.
A escrita de INJUSTIÇA GLOBAL representa a continuação natural desse percurso comum de reflexão, colocando a experiência adquirida ao serviço de um debate mais amplo sobre os desafios globais do nosso tempo.